Há poucos dias no site do GAVE – Gabinete
de Avaliação Educacional do Ministério de Educação e Ciência surgiu a seguinte
mensagem:
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Dia Europeu das Línguas
Na passada quarta-feira,
dia 26 de setembro, comemorou-se na nossa escola o dia Europeu das Línguas, subordinado
ao tema “Jovens Tradutores”.
Nos intervalos,
os alunos podiam realizar um quiz com provérbios em francês, alemão e inglês
para traduzir para português. O título da actividade foi “I am translating”, “Je
traduis”, “Ich übersetze”, isto é,
“Estou a traduzir”.
Hoje, dia 3
de outubro, pelas 10 horas, entregaram-se os prémios na biblioteca escolar. Em
1º lugar do 3º Ciclo ficou a Viviane Pereira do 8ºC que ganhou o livro “ O
Recruta” e em 1º lugar do Secundário ficou a Filipa Semedo do 12ºG que ganhou o
CD-ROM da “História da Literatura Portuguesa”.
Faire d’une pierre deux coups.
Kill two birds with one stone.
Zwei Fliegen mit einer Klappe schlagen.
Matar dois coelhos de uma só cajadada.
Entrega do prémio à aluna Filipa Semedo do 12ºG
Da esq. para a dir.: Profªs Júlia Seiça e Isabel Silva
Entrega do prémio à aluna Viviane Pereira do 8ºC
Da esq. para a dir.: Profª Isabel Silva e o Diretor Carlos Santos
Catarina Pena 7ºC
Joana Silva 7ºC
Maria Miguel 7ºC
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Aproximação ao mundo do trabalho
Estes
foram alguns dos seus comentários:
“A experiência proposta pela nossa
diretora de turma aos nossos encarregados de educação foi muito enriquecedora e
interessante. Apercebi-me que havia áreas na saúde que me parecem
apelativas. Para além disso, esta
experiência proporcionou-nos umas férias
diferentes e, a meu ver, conseguimos tirar algumas dúvidas.
Marta Roque (março 2012)
“Passei pelos serviços de fisioterapia,
pediatria e imagiologia. Foram-me esclarecidas todas as dúvidas que coloquei e
todos foram prestáveis; os serviços estavam muito bem organizados. Não tinha
ideia do esforço e empenho necessários
no mundo do trabalho. Estou ansiosa pela próxima experiência”
Mafalda (março 2012)
“Foi uma experiência extraordinária que contribuiu bastante para o nosso desenvolvimento e gostaria imenso de repetir”
Andreia
Cardoso (março de 2012)
“Achei
que o trabalho estava bem organizado e sempre que necessário deram-me
informações sobre os procedimentos, e eram esclarecidas dúvidas. Foi uma
experiência fantástica para o meu enriquecimento pessoal e gostaria de repetir”
Diana
Vicente (março de 2012)
“A experiência que
tivemos na Soporcel, durante estes três dias, foi deveras entusiasmante e
ajudou-nos muito a ter uma melhor perceção do que é o mundo laboral, incluindo
cumprir horários e regras de segurança e saúde, tal como o uso de equipamento e
vestuário adequado.
Também tivemos a
oportunidade de conhecer toda a fábrica e de acompanhar e entender todo o
processo do fabrico de papel, passando pelas áreas de Manutenção, Laboratórios,
Produção de Pasta, Produção de Papel, Transformação, ficando assim, com uma
melhor noção de todo o trabalho implícito para produzir uma folha de papel.

Além disso, ficamos a
conhecer quais são as habilitações e competências necessárias para poder
trabalhar numa unidade fabril como a Soporcel.
Com isto, queremos
dizer que esta experiência foi muito agradável, interessante e enriquecedora
para nos ajudar a escolher o nosso futuro."
Fátima Lopes e Inês
Ramos
Miguel Claro
“Na
minha opinião, a experiência na Soporcel foi muito
enriquecedora. Para além de me ter mostrado as exigências que
coloca a quem pretenda enveredar por este tipo de atividade, mostra
igualmente a diversidade de funções que aí se podem desempenhar e os desafios
que as mesmas apresentam. Também me mostrou que o trabalho em equipa é
fundamental e que só com ele as empresas podem ter lucros e sucesso. Para
finalizar, recomendo esta experiência a todos os alunos da área de
Ciências, pois dá-nos uma pequena ideia do que é o trabalho real feito numa
empresa como a Soporcel
João Cardoso
The other day I was watching Dr. Phil, (and by
watching I mean, zapping I stopped for about 3 minutes), and it was about
teenagers who loved too much, and who were in serious relationships
"because society made them" but, what shocked me even more was when
he said "While in a relationship, you can't give more than you are
willing to lose, you have to think about how deep you are in the
relationship and take a step back, and if you see that you are, distance
yourself ".
Being a teenager in a serious relationship myself,
(and not because society made me), I mean, I understand his point of view, as
in you can't be totally dependent on someone and so on and so forth ... but really?
If you never "give more than you are willing to lose", how will you
ever have something that's worthwhile, or worth having?
Not only in love-relationships, what about friendship?
Am I not supposed to tell my friends certain episodes of my life that made me
who I am, because I would be "giving more than you are willing to
lose", because those episodes were private, and JUST IN CASE we stop being
friends, it would hurt me and "take a part of me"?
PLEASE, that’s like living your whole life on
"Safety Control", thinking about the worst possible situation every
single minute. Creating walls, and some not even with bombs can be brought
down.
And, btw, when you're in
love, you feel like the more you give to that person, the more you will revive,
well at least that’s how it is with me. And isn't, supposedly, the best thing
in the world giving? Why does that have to only be about money, or food at
Christmas time?
With love,
Glória Elizabeth
ROBOTA (SLAVE)
I’m cold,
Cuz I don’t feel the pain
Of misery,
Of hatred and hysteria,
Of atrocious despair .
What unheard screams
Are let loose in this vast
silence
Distressed by voices that lack
love or sweetness .
I’m nothing but a lot of
circuits
Devoid of all my rights,
Right to be loved,
Right to be respected,
Right to suffer or go crazy
Or right to get hurt.
After years and years of
obedience
To orders that I don’t like
And give me false emotions
That don’t help me feel.
Here in my claws, I bring
This red flower .
It is the heart that I haven’t
got anymore,
The freedom that was taken
away,
The voice that became
indecipherable,
And my true love affable.
For them, I’m just a mere
‘object’,
A toy that they use,
disproportionately,
Only to let them escape their
problems.
I’m nothing but a refuge for
the weakness
Of those who despair to lose it
Cuz it takes away their power.
Power that was taken from me
sharply…
And that made me who I really
am
Without having to deal with the
ambition,
The pride or lack of common
sense
Of these people who want more
Than they will ever have
If they disrespect the ones who
are ‘weaker’ than they are.
Inês Borges, 10ºH
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