segunda-feira, 27 de junho de 2016

Exposição “Animal sente…”

No âmbito da disciplina de Educação para a Cidadania, os alunos do 9ºB realizaram trabalhos sobre os direitos dos animais. Estes trabalhos estiveram expostos no hall da escola nas últimas semanas do ano letivo, integrando a exposição com o tema “Animal sente…”.

Foi, sem dúvida, uma chamada de atenção para todos sentirem que os nossos animais também sentem.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Joaquim de Carvalho no Canguru Matemático sem Fronteiras

Xiang Guo na 6ª posição do Canguru Matemático

O Departamento de Matemática da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho promoveu recentemente a realização do concurso Canguru Matemático sem Fronteiras.

A Associação Canguru sem Fronteiras é uma associação de caráter internacional que reúne personalidades do mundo da matemática. O seu objetivo é promover a divulgação da matemática elementar por todos os meios ao seu alcance e, em particular, pela organização anual do Concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, que tem lugar no mesmo dia em todos os países participantes. Pretende-se, deste modo, estimular e motivar o maior número possível de alunos para a matemática e é um complemento a outras atividades, tais como as olimpíadas.
Atualmente, a associação conta com representantes de 47 países e mais de 6 milhões de participantes em todo o mundo. 
Em Portugal, a organização deste concurso está a cargo do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra com o apoio da Sociedade Portuguesa de Matemática. Portugal participa neste concurso desde 2005 e o número de concorrentes chegou, este ano, aos 93344.

Neste ano letivo 61 alunos da nossa escola participaram neste concurso, tendo o aluno Xiang Guo, do 8º ano, alcançado, na categoria Benjamim, a 6ª posição na classificação nacional, num total de 14740 participantes da categoria. 

Parabéns Xiang!!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Joaquim de Carvalho nas Competições Matemáticas em Aveiro


Nos dias 10 e 11 de Maio, cinquenta e oito alunos, trinta do terceiro ciclo e vinte e oito do secundário deslocaram-se à Universidade de Aveiro a fim de participar nas provas Equamat e Mat12, inseridas nas Competições Nacionais de Ciência promovidas pela universidade.
No Equamat a escola alcançou o 12º lugar na classificação geral (participaram 115 escolas) e no MAT12 o 18º lugar (participaram 63 escolas).
A forma entusiástica como participaram nas provas, bem como os bons resultados alcançados, demonstram bem a importância de iniciativas como esta na promoção do gosto pela matemática e da ciência em geral.

EQUAMAT:
Participantes no EQUAMAT, 3º ciclo


                                                                               
  MAT12:
Alguns dos participantes no MAT12
                                 
                                                                                Clube de Matemática



quarta-feira, 1 de junho de 2016

Entrevista ao professor Valdemar Ramalho




O Sinal foi ouvir o professor Valdemar Ramalho,  em vésperas da sua  aposentação. Quis saber um pouco sobre a sua vida nos seus vários momentos: na adolescência, na idade adulta e , claro,  como professor.


Nome: Valdemar António D’Almeida Ramalho

Data de nascimento: 09/03/1950

Formação: Licenciado em Design e Sociologia

Número de anos de ensino: 32 anos de serviço

Pintor favorito: William Turner

Musico preferida: Gustave Mahler

Filme preferido: “Citizen Kane”

Banda Preferida: The Beatles

Prato preferido: Jaquizinhos fritos com arroz de tomate, perdiz estufada com foie gras, queijo da Serra


   Nasci na Figueira da Foz, em “Berço de Ouro”. Fiz os meus estudos iniciais no “Lyceu” da Figueira, e esvoacei com 18 anos para Lisboa, onde estudei design na Escola Superior DE Belas Artes e posteriormente Sociologia da Arte no Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa.

   Num tempo em que “Portugal era Lisboa e o resto apenas paisagem” ingressei nos quadros da Rádio Televisão Portuguesa como operador de cinema e depois como assistente de realização. Após a conclusão da Licenciatura em Design gráfico mergulhei de cabeça no mundo da publicidade e aí nadei, como fotógrafo de Moda e Diretor de Artes (actividade que interrompi em 1984 para ingressar no ensino).

   A minha adolescência foi vivida num permanente e discreto “colete de forças” numa sociedade conservadora e provinciana como era a Figueira da Foz dos “anos 60”.
À esquerda, Valdemar Ramalho
   O meu primeiro espaço de afirmação e libertação surgiu com a minha música. Aprendi solfejo, a escrever música, a tocar piano e viola. Depois comecei a compor, dei espectáculos, gravei discos, viajei, fiz amigos. Eu sei lá! – Fui sobretudo feliz.

   Quis no entanto o destino, que a morte de meu “Querido” Pai me tivesse obrigado a regressado à casa de partida, tendo acabado por ingressar no ensino, única opção válida e possível de emprego, para alguém com as minhas habilitações académicas.
   Numa Figueira que apenas tinha crescido do ponto de vista imobiliário, o filho pródigo desembarcava agora de malas e bagagens na ESJC, a fim de iniciar una sua vida uma nova etapa que durou trinta e dois anos.
   Aqui casei, vi nascer o meu filho, fiz novos amigos, escrevi livros, plantei árvores, vi-as
crescer e entreguei-me de corpo e alma ao nobre ato de ensinar.
   Durante esta “aventura”, vi sentarem-se à minha frente, nas carteiras e estiradores das minhas salas de aula, pais e filhos. Foi um percurso recheado de memórias que guardo no meu coração.
  
 Quando hoje em dia me perguntam se acho diferenças entre os alunos de ontem comparados com os de hoje, apenas posso dizer:
Nesta última década, vi surgir nas minhas salas de aula, uma geração infeliz, demasiado formatada por uma total ausência de necessidade de afirmação, de comprometimento e solidariedade social e com uma preocupante falta de opinião e capacidade crítica.
Aceitam a verdade/realidade como lhes é mostrada pela Internet e pelas mensagens dos telemóveis.
Não questionam! Estão a tornar-se doentiamente amorfos. Não inventam! Não criam! Não intervêm! Estão presos numa realidade que só lhes deixa ver o seu próprio umbigo. Apenas manifestam a sua criatividade com recurso a frenéticos “likes” no “Facebook”.
Não procuram a mudança e é cada vez mais urgente e necessário não aceitar nada como garantido.
Inventem a vossa revolução. Abandonem por alguns momentos os sofás do comodismo e conquistem pela criatividade da acção um lugar na história.
Reinventem-se, com libertadores anseios, inquietações, vícios e virtudes. Descubram-se!
Em resumo, quando me perguntam o que acho de diferente, dos jovens de ontem comparados com os de hoje, eu constato que:

                                           Os jovens de hoje estão presos na “redoma do tempo”, 
                                           são como um relógio parado, 
                                           que não dá horas
                                            mas ainda não é tarde!
                                            Porque mesmo que um relógio parado,
                                            Está pelo menos certo duas vezes por dia.

                                         

                                                                                                           Bem hajam

Diogo Nogueira, 8ºD
Afonso  Pereira, 8ºD
Bernardo Francisco, 7ºA
Mafalda Mateus, 7ºB
Gabriela Santos, 7ºC











Joaquim de Carvalho Envolve-se Com o Coração…


“Almofada de Coração”

 
Diretor da Esc. Dr. Joaquim de Carvalho assina protocolo com Projeto “Almofada de Coração”
O Projeto Educativo da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho pressupõe o desenvolvimento psicossocial do(a) aluno(a), maximizando competências e comportamentos de cidadania, pelo que a Escola, por meio do trabalho desenvolvido pela Equipa do Projeto de Educação para a Saúde, a Técnica Superior de Serviço Social e a Disciplina de Educação para a Cidadania, se associou à causa solidária do Projeto “Almofada de Coração”.
Nascido nos Estados Unidos, o Projeto desenvolveu-se no Brasil e, com o impulso dado pelo movimento Outubro Rosa, depressa ganhou uma página no facebook “Almofada de Coração - Outubro Rosa – 2015”. Chega a Portugal, pelas mãos de uma figueirense, Maria de Lurdes Mourão de Sousa, que, com o seu espírito altruísta, rapidamente reúne esforços para criar parcerias e protocolos de colaboração, para que o “Almofada de Coração” se torne numa verdadeira causa solidária e de interesse universal.
Hoje, a Almofada de Coração é usada por milhares de pacientes com diagnóstico de cancro de mama. A almofada é projetada para ser colocada debaixo do braço para aliviar a dor da incisão cirúrgica; reduzir o inchaço linfático provocado pela cirurgia; diminuir a tensão nos ombros; ser usada debaixo do cinto de segurança do carro para proteger contra eventuais golpes.
A Escola Joaquim de Carvalho é a primeira a nível nacional a Envolver-se com o Coração…, assinando um protocolo de colaboração com este Projeto, com a finalidade de contribuir para a formação de cidadãos ativos, intervenientes, solidários e respeitadores de princípios e valores.

O Projeto de Educação para a Saúde incluirá, no seu plano anual, atividades que procurarão, em articulação com a Equipa de Cidadania e a Técnica Superior de Serviço Social dos SPO’s, envolver toda a comunidade educativa para que esta nobre causa tenha a amplitude desejada!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Novos trabalhos em exposição no corredor das artes


No corredor das artes podemos agora apreciar os trabalhos elaborados pelos alunos dos 8º e 11º
anos.Nos trabalhos do 8º ano, podemos admirar alguns ângulos da nossa escola, já os do 11º ano mostram auto-retratos feitos pelos próprios alunos. A visitar!










Bernardo Francisco, 7ºA
Carolina Biscaia, 7ºD
Gabriela Santos, 8ºC

Acrobacias com Palavras em Dia do Autor Português


No dia 20 de maio, o “Dia do Autor Português” foi comemorado na Escola com o lançamento da 13ª edição da publicação “Acrobacias com Palavras”, mais uma vez patrocinada pelo Casino da Figueira da Foz. Esta cerimónia contou com a presença do escritor figueirense, António Tavares, e do músico, também ele figueirense, Amadeu Magalhães.
Após o discurso de apresentação proferido pelo diretor da escola, assistiu-se à leitura de textos da coletânea pela voz dos seus autores, acompanhados pela projeção dos desenhos, da autoria dos alunos de artes, que ilustram os textos. António Tavares falou da sua paixão pelas palavras e da sua escrita. Amadeu Magalhães deliciou o auditório com um momento de cavaquinho. A sessão contou ainda com a animação proporcionada pela claque das Escolíadas e pelo momento musical a cargo dos alunos Nuno Oliveira e Miguel Duarte.
O espaço  ficou ainda mais aprazível com o contributo dos artistas (professores, funcionários e alunos) que cederam  as suas criações  artísticas.
A cerimónia foi dinamizada pelo departamento Disciplinar de Línguas Clássicas e Românicas.
Os apresentadores 




 A mesa: Dr. António Tavares,
 
Dr. Carlos Santos, Dra. Ana Cristina Pereira

Amadeu Magalhães e o seu cavaquinho



A claque

As docentes Isabel Cunha e Margarida Bessone

À direita, Amadeu Magalhães 


Os músicos Miguel Duarte e Nuno Oliveira;
os apresentadores António Guerreiro e Diana santos