quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Sinal da Joaquim de Carvalho esteve com Marcelo Rebelo de Sousa

Programa “Jornalistas no Palácio de Belém” com Mafalda Anjos, diretora da “Visão”


Esta terça-feira, dia 11 de dezembro, os alunos do Clube de Jornalismo da nossa escola, jornalistas do Sinal, realizaram uma visita de estudo à Presidência da República, integrada no Programa Jornalistas no Palácio de Belém. Este programa insere-se numa iniciativa com a qual Sua Excelência O Presidente da República pretende sublinhar a importância da informação rigorosa na formação cívica e no aprofundamento da democracia. Tratou-se do décimo e último encontro da primeira edição deste Programa, o qual contou com a presença da jornalista Mafalda Anjos, diretora da revista Visão, a qual debateu com os jovens questões que preocupam a sociedade, entre os quais, a propagação das “fake news” e o papel dos “youtubers” e dos “Influencers” na formação da opinião dos mais novos.
Durante o diálogo, Mafalda Anjos alertou para a necessidade de todos os leitores e utilizadores das redes sociais serem “detetives”, questionando a veracidade de toda a informação a que acedem. Recordou a importância de haver uma imprensa que respeite um código de conduta e confirme a origem das notícias, verificando as fontes, pois só assim existirá um jornalismo isento, imprescindível à manutenção da democracia.
A sessão contou também com a presença de Sua Excelência o Presidente da República que interveio, saudando os presentes, nomeadamente a Figueira da Foz, de que salientou a agradabilidade das águas marítimas, e convidando-os para um lanche no terraço do Palácio. Seguiram-se momentos de confraternização nos jardins da residência presidencial, em que foram tiradas as desejadas “selfies” com Marcelo Rebelo de Sousa.
Os alunos foram acompanhados pelas professoras Anatilde Gomes, Heloísa Cordeiro e Marta Pena.


Laura Santos, 7ºD
Gabriela Santos, 10ºA
Raquel Almeida, 11ºE




Diretor e Presidente do Conselho Geral metem as mãos na massa e servem jantar de Natal















Na segunda-feira, realizou-se o tradicional jantar de Natal da Joaquim de Carvalho, mais uma vez confecionado por uma vasta equipa de colaboradores que teve a dirigi-la o Presidente do Conselho Geral, Professor João Santos, e o Diretor, Professor Carlos Santos.

Numa sala decorada com muito gosto, por muitas mãos criativas, orientadas pela Coordenadora dos Serviços Administrativos, Isabel Mendes, reuniram-se cerca de 150 pessoas, entre professores e funcionários, alguns já aposentados. Todos partilharam uma refeição muito apetitosa, recheada de muita animação e espírito natalício, característico da família Joaquim de Carvalho.
No final, foram feitos os votos para um novo ano, pleno de sucesso para os alunos, motivo principal da atividade educativa diária desta instituição.


Alunos do 9ºC dinamizam atividade para alunos do 4º ano

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Ciência, os alunos do 9.º C, Alexandre Ramos, Ana Rita Bicho, Ana Sofia Silva, Bárbara Silva, Beatriz Rodrigues, Carolina Freitas e Constança Azevedo realizaram uma atividade para os alunos do 4.º ano da Escola das Abadias.
A sessão decorreu no dia 7 de dezembro às 15 h, na Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás.
A atividade foi realizada na Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, foi integrada nas atividades dinamizadas pelo Grupo de Trabalho Concelhio, tendo sido os alunos acompanhados pela professora bibliotecária, Júlia Seiça.
Os alunos dinamizadores e o público-alvo participaram ativamente durante a apresentação do tema, “Vamos poupar energia”, assim como nos jogos que foram concebidos pelos dinamizadores.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Pegadas


Exposição na BE

Encontra-se patente na biblioteca escolar uma mostra  de obras  cujos autores já foram ou ainda são docentes na nossa escola.

Entre estas obras, encontram-se manuais escolares, romances, livros de contos e de poesia, teses de mestrado e doutoramento, entre outros.

"Pegadas" é uma oportunidade para ficar a conhecer mais de perto diferentes facetas dos nossos professores.















quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Joaquim de Carvalho promove concurso Literacia 3Di



Leitura e Inglês


Seguindo o mote lançado pela Porto Editora a Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, promoveu, mais uma vez, ao longo da semana de 26 a 30 de junho, o Concurso Literacia 3Di, nas vertentes de Leitura (alunos do 7º ano) e Inglês (alunos do 8ºano).
Este concurso pretende avaliar as competências dos alunos do ensino básico em quatro dimensões do saber: leitura, inglês, matemática e ciência. A nossa escola participou com um total de 132 alunos inscritos a Leitura e 152 a Inglês. Este concurso, “um desafio pelo conhecimento”, tem 3 fases – local, distrital e nacional – e inclui provas interativas disponibilizadas através da plataforma online Escola Virtual.

86 anos de história da Joaquim de Carvalho

Aniversário do “Liceu”






No dia 25 de novembro, comemorou a Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, o antigo “Liceu”, o seu 86.º aniversário enquanto instituição educativa. A efeméride foi assinalada na segunda-feira, dia 26, pelas 12 horas, com uma sessão solene em que os alunos foram os principais homenageados.
Perante uma mesa de honra composta pelo Diretor da Escola, Dr. Carlos Santos, pelo Presidente do Conselho Geral, Dr. João Santos, pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal, Dr. Carlos Monteiro, pelo representante da Associação de Estudantes, José Ramos, aluno do 12.º ano, e pelo representante da Associação de Pais e Encarregados de Educação, Sr. João Almeida, foi feita a evocação dos 86 anos de história desta instituição, que se iniciou enquanto Liceu Municipal Dr. Bissaya Barreto em 1932.
A 25 de novembro, sendo Ministro de Instrução Pública Cordeiro Ramos, por meio do decreto de 6 de outubro, é criado "na Cidade da Figueira da Foz um liceu municipal, que se denominará Liceu Municipal Dr. Bissaya Barreto". A nova escola abriu portas num prédio situado no local onde, no passado, funcionou o terminal rodoviário. Com o aumento da população estudantil, em 1961, o ministério de Lopes de Almeida elevou a nacional o Liceu da Figueira, e, em 1969, no dia 17 de abril, foi a inauguração oficial do liceu pelo Chefe de Estado, Américo Tomás, de cuja comitiva faziam parte os Ministros da Educação Nacional, José Hermano Saraiva, e das Obras Públicas, Silva Sanches.
Hoje, em pleno século XXI, num momento em que se formam alunos para um futuro que se adivinha de grandes mudanças, com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória como rumo orientador, esta cerimónia deu principal destaque aos alunos que se notabilizaram pelo mérito académico e cívico. Desta forma, foram entregues diferentes prémios:
- Prémios de Mérito Cívico - instituídos com o objetivo de valorizar os alunos que se evidenciaram pela participação e promoção de iniciativas de cidadania ativa e responsável e revelaram empenho e colaboração em projetos e atividades promovidas pela Escola. Neste plano, foram premiados os alunos:
      - Ana Rita Medina
      - Pedro Martins
      - Pedro Figueira
      - Sofia Rainho
      - Alexandra Maia
      - Matilde Santos
- Prémio assiduidade – atribuído às 2 turmas mais assíduas, do básico e do secundário, de 2016/2017 e de 2017/2018.
- Prémios Dr. Joaquim de Carvalho - atribuídos aos melhores alunos dos anos letivos de 2016/2017 e de 2017/2018, tendo sido entregue ao melhor aluno de cada ano de ensino um prémio monetário patrocinado por diferentes instituições:
               - 2016/2017 – patrocinados pela Associação Doutor Joaquim de Carvalho, nos 7º, 8º e 9º anos, respetivamente, Tomás Rodrigues, Mariana Santos e Madalena Alves, todos com média de 5.
               - patrocinados pela SINASE, nos 10.º e 11.º anos, respetivamente, Guilherme Gaspar (média de 19,71), Ricardo Carreira (média de 19,43), e, patrocinado pela Celbi, no 12.º ano, Ricardo Santana (média de 19,20).
                - 2017/2018 – patrocinados pela Associação Doutor Joaquim de Carvalho, nos 7º, 8º e 9º anos, respetivamente, Joana Ferreira, Mariana Silva e Mariana Santos e Laura Gaspar (ex aequo), todas com média de 5.
                - patrocinados pela SINASE, nos 10.º e 11.º anos, respetivamente, Laura Sarmento (média de 20,0), Guilherme Gaspar (média de 19,86), e, patrocinado pela Celbi, no 12.º ano, Alexandra Maia e Carolina Esteves, (ex aequo, com a média de 19,20).
Nesta cerimónia foram, ainda, entregues medalhas da Escola aos funcionários que se aposentaram nos dois últimos anos letivos.
A cerimónia terminou com a verbalização do lema da Escola por todos os presentes Fomos, Somos e Seremos Sempre Joaquim de Carvalho.





 


À conversa com ...o professor Hermínio Monteiro



B.I.
Nome: Hermínio Monteiro
Data de nascimento: 28 de dezembro de 1953
Número de anos de ensino: entrou na nossa escola a 1 de outubro de 1979
Tipo de música preferida: música de intervenção e fado; gosta de música que passe uma mensagem, tenha conteúdo
Filme preferido: apesar de ver pouco cinema, o seu filme preferido é o Dr. Jivago, sobretudo pela sua trilha sonora
Prato preferido: leitão e «um bom cozido à portuguesa»
Hobbies: agricultura e dirigente associativo de algumas associações

Sinal - Houve alguma razão especial na escolha desta profissão? E porquê a disciplina de Educação Tecnológica?
Hermínio Monteiro - Não houve uma escolha especial. Após o 25 de Abril, houve uma revolução no ensino e abriu uma área virada para as artes manuais (trabalhos oficinais) e nessa altura trabalhava com o arquitecto Isaías Cardoso. Foi uma forma de ganhar dinheiro.


S.- O que mais lhe agrada na profissão que tem exercido ao longo destes anos?
H.M. - O reconhecimento por parte dos alunos. Gosto que os meus ex-alunos, que já exercem, que têm a sua vida e trabalho, depois de tantos anos, me reconheçam, tanto de uma forma positiva, como negativa. 

S.- Houve algum aspeto que considere menos positivo? Qual?
H.M. - Uma das diferenças é que, atualmente, há menos respeito pelos professores. Quando alguém diz uma piada, há um borburinho que se espalha pela sala toda.


S.- Que mudaria no atual sistema de ensino? Porquê?
H.M.- Mudaria a responsabilidade por parte dos Encarregados de Educação. Penso que estes devem ter mais controlo sobre os seus educando. Devem averiguar, por exemplo, se têm o caderno diário organizado. 


S.- Houve alguma turma que o tenho marcado particularmente? De que maneira?
H.M.É complicado reconhecer a turma mais especial. Mas há sempre aqueles alunos que nos marcam, tanto pelo lado positivo como o negativo. 

S.- Conte-nos uma situação curiosa ocorrida numa aula.
H.M.Estava numa aula prática em que os alunos trabalhavam em madeiras e havia uma máquina com a qual só o professor podia trabalhar e, a certa altura, houve um aluno que ligou a máquina sem autorização e sem eu estar por perto. Apanhei um grande susto!


S.- Se não tivesse sido professor, o que desejava ter sido? Porquê?
H.M.Tinha sido desenhador projetista. Anteriormente trabalhava com arquitetos, e cheguei a trabalhar ao mesmo tempo que ensinava.  


S.- Qual foi a mensagem que tentou transmitir ao longo de todos estes anos ao grande número de alunos que ensinou?
H.M. – Acreditem em vocês mesmos. Sejam honestos na vida.

S.- E que mensagem deixaria para os leitores do Sinal?
H.M.- Espero que os leitores (do Sinal) sejam responsáveis, e que pensem no seu futuro.
Bruna Frederico, 11ºE
David Costa, 11ºE
João Levi, 7ºC
Marta Melanda, 11ºE
Maria Teixeira, 11ºC
Raquel Almeida, 11ºE