sexta-feira, 15 de junho de 2018

Joaquim de Carvalho reflete sobre problemas do mundo contemporâneo

“Não penso, não existo… só assisto”





















Quarta-feira, dia 23 de maio, o intervalo da Escola Secundário Dr. Joaquim de Carvalho foi interrompido por tiros e rajadas de metralhadoras, numa encenação levada a cabo por alunos do 10.º ano como forma de exemplificar um dos temas / problemas do mundo contemporâneo, a violência sob a forma de terrorismo.

Sendo esta uma unidade letiva da disciplina de Filosofia de 10.º ano, temas / problemas do mundo contemporâneo, os alunos refletiram sobre alguns dos mais sonantes na nossa sociedade, responsabilidade ecológica, a manipulação e os meios de comunicação de massa, o racismo e a xenofobia e a paz mundial e o diálogo inter‑religioso. Como expressão da reflexão desenvolvida, resultou uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos e uma encenação de uma cena de terrorismo. 

Viveu-se, assim, um momento em que a reflexão da sala de aula foi alargada a toda a comunidade escolar, pela vivência intensa de sons e imagens que traduzem alguns dos momentos mais negros da realidade e que tentam desmotivar a que se ponha em prática o pensamento de Noam Chomsky “Não penso, não existo… só assisto”.

























Ainda no âmbito deste projeto, os alunos foram convidados a apresentar os seus trabalhos à comunidade escolar. Estas apresentações tomaram a forma de performances, entrega de desdobráveis e publicação de textos de opinião, como este relacionado com a temática das questões ambientais:

"Nos dias de hoje, deparamo-nos com problemas que nos fazem pensar, não só como indivíduos, mas também como sociedade. Neste trabalho, focámo-nos particularmente nas questões ambientais, isto é, nas perturbações no meio ambiente. Como é sabido, a vida no planeta é um critério da máxima prioridade e importância, pelo que é natural o ser humano agir de forma a preservar o meio ambiente de que as gerações futuras dependem. Assim, é preciso informar esta geração acerca dos problemas ambientais que enfrentamos nos dias de hoje, bem como de algumas das suas mais sérias consequências para a vida na Terra. 
Na realidade, as causas destes problemas são bastante variadas. As mais comuns são os diversos ramos da poluição, como, por exemplo, a residual e a marinha (que estão por trás da Ilha do Lixo do Pacífico, uma ilha formada inteiramente de resíduos de origem humana que foram arrastados pelas marés até uma zona entre o Havai e a Califórnia) e o aquecimento global e todas as consequências acopladas (como o degelo das calotas glaciares polares). As suas consequências são bastante preocupantes, como a extinção de espécies devido à deflorestação. Para além disso, consideram-se também questões ambientais casos como as consequências do acidente nuclear de Chernobil e a elevada produção industrial (e consequente poluição) por parte das empresas multinacionais. 
Em suma, esperamos que, com este trabalho, tenhamos alertado esta geração para a gravidade das questões ambientais. Para além disso, apelamos à mudança de atitudes perante o meio ambiente. Afinal de contas, este é o nosso planeta!"






















Henrique Louro, 10ºC
Isabel Costa, 10ºC
Maria Inês, 10ºC
Tiago Gomes, 10ºC

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Projeto Renascer Por uma floresta sustentável






A nossa escola aderiu ao Projeto Renascer, lançado pela Associação BioLiving e pelo Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, que visa sensibilizar e cativar os mais jovens, e a comunidade em geral, para a temática da gestão das florestas e da preservação do nosso património natural. 

Este projeto surge na sequência da onda de incêndios que devastou grande parte da nossa floresta e afetou a vida de inúmeras famílias. 
O Projeto Renascer visa a promoção de valores, na mudança de atitudes e de comportamentos face ao ambiente, de forma a preparar os jovens para o exercício de uma cidadania consciente, dinâmica e informada face às problemáticas ambientais atuais.

Em concreto, 10 turmas dos 7.º, 8.º,9.º, 11.º e  12.º anos receberam da organização do projeto cerca de 100 plantas, de diferentes árvores autóctones, que ficarão à sua guarda até ao início do próximo ano letivo, altura em que serão plantadas na Serra da Boa Viagem.

Trata-se de um projeto cuja mensagem e iniciativas, mais tarde ou mais cedo, serão adotadas toda a comunidade.


Joaquim de Carvalho leva “Surrealismo e Figueira da Foz” ao ISCAC


A Coimbra Business School | ISCAC acolhe, entre os dias 21 de maio e 13 de junho, a exposição “Surrealismo e Figueira da Foz”, que tem por base obras dos alunos do Curso de Artes Visuais,  do 10º ano, da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho.
A inauguração da exposição teve lugar na passada segunda-feira, 21 de maio, no ISCAC, e contou com a presença do anfitrião e Presidente do ISCAC, Professor Doutor Manuel Castelo Branco, que recebeu o Diretor da Escola Dr. Joaquim de Carvalho, Dr. Carlos Santos, e o Professor responsável pelos trabalhos dos alunos, Dr. Jorge Borges.
Os trabalhos pretendem ser uma reinterpretação de espaços icónicos da Figueira da Foz, explorando alguns dos princípios do Movimento Surrealista, (os impulsos do subconsciente e dos sonhos), desprezando a lógica do representado e, de algum modo, subvertendo o seu significado.
Nos trabalhos apresentados, executados em novembro de 2017, os meios atuantes foram o pastel de óleo sobre tela. 
Este evento constitui um exemplo de uma sã e profícua colaboração entre duas instituições de diferentes graus de ensino.


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Joaquim de Carvalho a cuidar do ambiente



Na linha do mote “Acabe Com A Poluição Plástica”, lançado pela ONU Meio Ambiente para as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente 2018, celebrado a 5 de junho, a Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho decidiu promover ações efetivas de defesa do ambiente. Esta efeméride promovida pela ONU apela aos governos, ao setor privado, às comunidades e indivíduos para reduzirem a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis, que contaminam os oceanos, prejudicam a vida marinha e afetam a saúde humana. 




Eliminação dos copos de plástico

Tendo em conta estas preocupações ambientais, a premência de desenvolver ações concretas de preservação do meio ambiente, a necessidade de prevenir a produção de resíduos plásticos, fomentar a sua reutilização e reciclagem, a Escola decidiu, a partir do dia 2 de maio, deixar de disponibilizar copos de plástico, devendo os membros da comunidade escolar munir-se de recipientes individuais para consumo próprio.



Ação “Água, um bem a preservar” pela “Águas da Figueira”

No seguimento desta medida, entre os dias 2 e 11 de maio, a empresa Águas da Figueira dinamizou, no âmbito da disciplina de Educação para a Cidadania de todas as turmas de 7º ano, ações de sensibilização para a racionalização do consumo humano de água. Nestas sessões, os alunos tiveram a oportunidade de refletir sobre esta temática, em concreto sobre a percentagem de água potável existente no planeta e as necessidades reais de água para o consumo humano, entre consumo direto e consumo virtual. Em 2030 prevê-se que a população mundial precise de mais 40% de água potável, 35% de alimentos e 30% de energia e que cerca de 47% da população viverá, sobretudo nas zonas costeiras, sob “stress hídrico”. Procurou-se sensibilizar os alunos para o facto de serem eles os futuros dinamizadores/decisores da sociedade para as necessidades futuras na gestão da água. 

Além disso, os alunos assistiram a um pequeno vídeo que retrata a vida de um astronauta no espaço e a sua relação com a água (por exemplo, para lavar os dentes, são usadas apenas duas gotas de água). No final, os alunos receberam uma garrafa de água que, por coincidência, é do mesmo tipo das garrafas usadas pelos astronautas no espaço. 



É demais evidente que a água é um recurso valioso a preservar e não passa apenas pela poupança/utilização racional de um bem escasso, mas também, e principalmente, pela aposta numa gestão profissional e altamente especializada dos seus principais intervenientes. E porque é urgente preservar o ambiente e, em particular, salvaguardar a água, é também missão das escolas contribuir para a mudança de comportamentos, dando o exemplo.

Margarida Coelho relata experiência de voluntariado em SOGA



 
Nome: Margarida Coelho
Idade: 38 anos
Data de nascimento: 10/02/1980
Formação: Fisioterapia
Música preferida: música acústica
Filmes marcantes: Efeito Borboleta, Paixão de Cristo, Silêncio dos Inocentes, Seven …
Autores prediletos: Robin Cook; Camila Läckberg
Alimento de eleição: pão







É a primeira vez que participa numa ação de voluntariado? 
Não! Como sabem, voluntariado é qualquer trabalho que se faça em prol do outro, sem remuneração e, desde pequena, estes valores estiveram enraizados na minha família. 
A primeira acção “séria” internacional foi com a AMI, em 2009, à Guiné (Ilha de Bolama) e durou quinze dias. Fui também, durante seis anos, socorrista da Cruz Vermelha. Cá, também tive uma pequena participação na Terra dos Sonhos, uma associação de Lisboa que concretiza sonhos de crianças com doenças terminais.
Realizei dois sonhos: levei um menino e uma menina ao Jardim Zoológico para contactarem com os golfinhos e outros animais. 
Há dois anos, em 2016, fui um mês para o Peru. Estive num dos bairros piores de Lima, Vitória, a ajudar as irmãs Missionárias da Caridade da ordem da Madre Teresa de Calcutá. 
No ano passado, juntei-me a uma associação sem fins lucrativos e encontrei o meu propósito para uns tempos!
Trata-se da Associação S.O.G.A (Servir Outra Gente com Amor), cujo acrónimo é igualmente o nome da ilha que estamos a apoiar. Esta associação foi criada em 2013, mas só existe legalmente desde 2015. 


O que a tem motivado a ir para tão longe?
As razões são várias. Por um lado, tinha alguma curiosidade de conhecer novas realidades, por outro queria ajudar os povos mais carenciados. Fiquei apaixonada pela América do Sul.


Fale-nos um pouco desta última missão?
Foi diferente de tudo o que tinha feito anteriormente porque o trabalho foi curto mas intenso. Éramos quatro elementos da Associação e fomos por terra de jipe para podermos levar medicamentos, material escolar e roupa. A Associação já conseguiu também enviar um contentor que transportava
inclusivamente um barco para lhes permitir o percurso entre a ilha e o continente, uma vez que os locais não têm forma de sair da ilha senão uma pequena piroga (uma vez por semana) que liga à ilha vizinha Bubaque .
O objectivo era conhecer a ilha e recolher informação dos vários projectos que a Associação aí desenvolve para continuarmos o trabalho em Portugal. 
A Guiné é um dos países mais pobres, a nível da saúde está em 9º lugar dos piores. Falta tudo: medicamentos, água potável, electricidade, saneamento básico, pessoal médico…. 

De Bissau até à ilha são 5 horas num barco sem condições, além dos 40 minutos de piroga entre a ilha vizinha e a ilha de Soga. 
Desde a chegada da Associação à ilha, as condições de saúde melhoraram bastante, tais como a taxa de mortalidade infantil que reduziu de 30% para 2%; há mais crianças a frequentar a escola (com o programa de apadrinhamento e as bolsas de estudo); estão a ser construídas latrinas (espalhadas pela ilha, começando nas zonas das escolas). Estão a ser adquiridos filtros para tornar a água potável. No entanto, ainda muito há a fazer pois são 5 aldeias e uma população de cerca de 1200 pessoas (mais de 400 crianças). A água é extraída manualmente dos poços e transportada em baldes pelas mulheres que são as únicas que trabalham. 
Durante o tempo que lá estivemos não sentimos falta das novas tecnologias (não há eletricidade, nem água corrente…), embora houvesse rede! Ficámos acampados, dormíamos no chão dentro de pequenas tendas, em cima de esteiras. 
A alimentação é pobre e assenta em arroz com óleo de “chabéu”, por vezes acompanhado de peixe. Só fazem uma refeição por dia; em dias de festa comem carne dos animais que criam e que andam à solta (galinhas, porcos e vacas).
Ao longo do dia vão comendo alguma fruta.
Porque não foram só momentos mais sérios: uma noite, uma vaca foi contra a nossa tenda; outra noite, foram dois porcos!
Os habitantes falam crioulo e o dialecto dos Bigajós. Na escola aprendem Português.


Que dificuldades enfrentou ao longo dessa viagem?
Levámos 7 dias a chegar porque tivemos algumas avarias durante a viagem o que nos atrasou. Foi um trajeto difícil com muito calor, muito pó, muita areia!





O que considera mais gratificante?
O sorriso das pessoas enche-nos.



Como é o dia-a-dia de um jovem nessa comunidade? 
Os jovens têm escola de manhã ou de tarde, apenas três horas de escola por dia. Na ilha, há três escolas: duas particulares e uma pública. A pública fecha muitas vezes, pois quando o governo não paga os salários, os professores encerram a escola. O resto do tempo ajudam a família em casa e no campo ou brincam à bola… 
Os habitantes da ilha são pessoas de uma bondade e gratidão enorme. Vivem com pouco e agradecem por pouquíssimo.



Quais as vantagens deste tipo de atividade para os jovens?
O voluntariado pode ser feito em qualquer lugar: na escola, ajudar um vizinho, recolher bens alimentares. Não é necessário ir para fora do país. É uma actividade que recomendo a todos, pois muitas vezes, não sei quem ganha mais se eles ou nós. Torna-nos seres humanos mais capazes e mais responsáveis.
Com o voluntariado, o espírito de solidariedade cresce em nós. Recomendo a prática pura do voluntariado, isto é, em pedir nada em troca. 
Recomendo o site “Para onde”, um projecto que tem parceria com o governo português.



Carolina Pimentel, 7.º E
David Ferreira 7ºC
Joana Ferreira, 7.º C
Tiago Carvão, 7ºC
Inês Nunes, 8.º E
Tiago Gomes, 10ºC

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Praia do Cabedelo recebeu Circuito Regional de Surf e Bodyboard do Desporto Escolar organizado pela escola Joaquim de Carvalho



Cerca de 40 alunos de cinco escolas e 10 professores viveram, ontem, dia 2 de maio, na praia do Cabedelo a última etapa do circuito regional da zona centro de surf e bodyboard do Desporto Escolar, evento organizado pela Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, enquanto escola com Centro de Formação Desportiva de surf e bodyboard, em parceria com a Câmara Municipal e as associações ABFM (Associação Bodyboard Foz do Mondego) e o Figueira Kayak Clube.
Apesar de as condições climatéricas anunciadas não serem muito promissoras, o dia acabou por se revelar muito favorável à realização deste campeonato, que decorreu com excelentes condições de mar, vento e temperatura exterior.
Rapazes e raparigas, vindos de duas escolas da Figueira, Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho e Escola Secundária de Cristina Torres, de Vagos, de Ílhavo e de Aveiro, distribuídos por diversos escalões, disputaram várias etapas em duas modalidades, surf e bodyboard.
Deste modo, resultaram os seguintes vencedores: em surf, iniciados femininos - Ana Groyone da Cristina Torres; juvenis femininos - Maria Velhinho da Gafanha; iniciados masculinos – Rodrigo Lousada da Gafanha; juvenis masculinos – Tomás Arroja da Gafanha. No bodyboard, iniciados femininos – Mariana Silva da Joaquim de Carvalho; iniciados masculinos – Gonçalo Ferreira da Joaquim de Carvalho; juvenis masculinos – Nuno Figueiredo da Joaquim de Carvalho.
            O campeonato contou, também, com a presença do coordenador regional do centro do Desporto Escolar, João Dias.


Escola no Equamat e no Mat12

Nos dias 24 e 26 de abril, 70 alunos, 30 do 3º ciclo e 40 do secundário,deslocaram-se à Universidade de Aveiro a fim de participar nas provas Equamat e Mat12, inseridas nas Competições Nacionais de Ciência promovidas pela Universidade.
A forma entusiástica como participaram nas provas e os bons resultados alcançados demonstram bem a importância de iniciativas como esta na promoção do gosto pela matemática e pela ciência em geral. 
Na competição deste ano, a escola alcançou o 33º lugar entre 119 escolas inscritas na prova Equamat e o 9º lugar entre 54 escolas participantes na prova MAT12. 
Parabéns aos participantes!


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Lançamento de Acrobacias com Palavras





Dia 20 de abril, há Escolíadas no CAE

A nossa escola vai participar, de novo, nas Escolíadas, um concurso de artes com formato de espectáculo, cuja primeira eliminatória terá lugar no dia 20 de abril, pelas 21.30h, no CAE da Figueira da Foz.
Integrarão este concurso provas nas categorias de teatro, música, dança, pintura, claque e cultura, que contarão com a participação de cerca de 70 alunos e dois Professores da nossa escola, que irão enfrentar duas escolas de Montemor-o-Velho.
Apressa-te a adquirir o teu bilhete na papelaria da escola e vem apoiar a nossa equipa! 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Entrevista ao presidente da AE, Guilherme Simplício



Nome: Guilherme Afonso Azenha Cerqueira Simplício 
Idade: 17
Passatempos: pratico basquetebol
Profissão futura: ainda a definir (no entanto,  tenho a ambição de conseguir melhorar o mundo de certo modo)

S. - O que te motivou a desejar ser presidente da AE?
G.S. - Houve vários motivos que me motivaram a desejar ser presidente da AE. No entanto, o que mais mexeu comigo foi o dever cívico de tentar fazer, juntamente com a grande família “Cosmos”, o que podia por uma escola melhor.

S. - Em que se inspiraram para o nome da lista?
G.S. - O nome foi fruto de um brainstorming muito intensivo que nos levou à conclusão de que queríamos algo que representasse e lutasse por tudo e todos, o universo, o cosmos. 

S. - Tiveram algum percalço durante a campanha? E após a mesma?
G.S. - Tivemos uma preparação meticulosa da campanha mas, como é expectável, nem tudo correu exatamente como planeámos. O importante em momentos de aflição é manter a cabeça fria porque, muitas  vezes, há uma forma bastante simples de dar a volta à situação. Depois da campanha, temos tido problemas pontuais mas, como diz o ditado, só erra quem tenta e a AE tem dinamizado um grande número de atividades, todas com um balanço positivo, na minha opinião.

S. - Qual foi a sensação ao perceberem que a vossa lista tinha vencido? 
G. S. - Quando me apercebi de que a lista tinha ganho, fiquei extremamente feliz, tendo até sentido felicidade pelas veias. É indescritível sentir que todo o trabalho árduo foi recompensado, que todas as pessoas que ajudaram tiveram o que mereceram.

S. - Foi difícil arranjar patrocínios?
G. S. - Não foi de todo o mais difícil porque, felizmente, a Figueira acaba por reunir bastantes comerciantes simpáticos e interessados nas atividades escolares desenvolvidas. 

S. - Quais os planos, este ano, a desenvolver pela AE?
G. S. - A AE que foi eleita este ano tem diversas atividades que estão patentes no nosso flyer e que têm sido divulgadas pelas redes sociais, sendo que temos ainda algumas surpresas para os alunos da escola para o ano que vem. Gostava de destacar os torneios desportivos habituais e uma novidade, as quartas com talento que estão dependentes  de inscrição (aberta a todos os alunos) .

S. - Como és do 12.º ano, não consideras que seria mais benéfico que o presidente fosse de outro ano?
G. S. - Acho que é benéfico o presidente ser do 12.º ano porque acabamos por ter o tempo e a maturidade necessária para um cargo muito sério. Os alunos do 11.º ano estão muito sobrecarregados com um ano fatigante e não reúnem, portanto, todas as condições necessárias. Porém, a "Cosmos" criou o cargo de secretário em todos os departamentos para haver uma introdução aos deveres e responsabilidades inerentes ao desempenho de cargos numa AE. Em tempos futuros, estes secretários  terão uma maior experiência e conseguirão desenvolver um melhor trabalho.

S. - Deixa um apelo aos alunos da Joaquim de Carvalho.
G. S. - Primeiro de tudo,  gostava que fizessem um esforço para deixar o bar o mais limpo possível pelo bem da comunidade escolar. 
Gostava também de dizer que a Joaquim de Carvalho é uma escola muito talentosa. Não tenham medo de desabrochar e de mostrar os vossos talentos! O mundo precisa de mentes criativas! 

 David Vaz, 7ºC
Maria Santiago, 7ºE
Carolina Pimentel, 7ºE
Bernardo Francisco, 9ºA 

Joaquim de Carvalho conquista CNL a nível concelhio

1º lugar no 3.º ciclo e 1.º lugar no secundário

Realizada a prova a nível concelhio do Concurso Nacional de Leitura na Biblioteca Municipal da nossa cidade esta quarta-feira, dia 21 de março, passaram à fase regional 4 alunos do concelho da Figueira da Foz, dois do 3.º ciclo e dois do secundário. Os alunos a concurso nesta prova, 2 a 3 por escola e por nível de ensino, foram apurados no seguimento de uma prova realizada no mês de janeiro a nível de escola. Deste modo, saíram vencedores, obtendo o 1.º lugar, no 3.º ciclo, o aluno João Pedro Bastos do 9.ºano e, no secundário, o aluno Gonçalo Matos do 11.º ano.
Esta etapa traduziu-se na realização de provas públicas organizadas pelas Bibliotecas Municipais, dirigidas aos vencedores a nível de escola. Nesta fase, os alunos tiveram que ler, no 3.º ciclo, O Romance de Rita R. de Ana Saldanha e, no ensino secundário, Só Resta o Amor de Agustin Fernández Paz. Desta seleção resultaram dois vencedores em cada nível de ensino (1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário), para competirem no momento seguinte a nível Regional, neste caso, a região da Comunidade Intermunicipal de Coimbra. Assim, no mês de maio, os alunos agora selecionados irão representar o concelho da Figueira da Foz na fase regional.
          Já na 12.ª edição, o CNL visa dar a esta celebração da leitura e da expressão um caráter mais universal e significativo, constituindo-se como um incentivo à vivência do verdadeiro prazer de ler.




Marta Jordão ganha medalha de ouro nas Olimpíadas de Matemática


 A Marta Jordão, aluna do 7ºano da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, conquistou uma medalha de ouro ao vencer, na categoria Júnior, dedicada aos participantes mais novos, a Final Nacional das XXXVI Olimpíadas Portuguesas de Matemática, que decorreu de 22 a 25 de março no Agrupamento de Escolas de Mirandela.

Participaram nesta final trinta alunos de todo o país depois de serem selecionados em duas eliminatórias, a primeira a nível de escola e a segunda a nível concelhio.

Joaquim de Carvalho distingue-se nos Jogos Matemáticos


14ª edição Campeonato Nacional dos Jogos Matemáticos


 Na passada sexta-feira, dia 16 de março, em Torres Vedras, teve lugar a final da 14ª edição do Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, onde a Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho se fez representar com 6 alunos, 3 do 3º ciclo e 3 do secundário.
A participar neste campeonato há já vários anos, obtendo sempre resultados que dignificam a Escola, este ano, os alunos da Joaquim de Carvalho competiram em todos os jogos propostos, num universo de 1951 participantes, oriundos de mais de 400 escolas de todo o país. Saliente-se que esta é a única escola da Cidade a participar neste campeonato. A preparação para estes jogos é feita, ao longo de todo o ano, no Clube de Matemática, oferta de enriquecimento curricular desta Escola.
Com resultados variáveis, entre um 2.º lugar (jogo Avanço), 3.º lugar (jogo Flume) ou um 8.º lugar (jogo Produto) nos jogos do secundário, e um 6.º lugar ou dois 12.ºs lugares (jogos Avanço e Produto) nos jogos do 3.º ciclo, globalmente, a Joaquim de Carvalho distinguiu-se pela qualidade da sua participação.

terça-feira, 27 de março de 2018

Carlos Santos renova liderança na Joaquim de Carvalho 

Tomada de posse decorreu no dia 23 de Março

Na passada sexta-feira, dia 23 de Março, pelas 18 horas, no Auditório da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, tomou posse, para mais quatro anos como Director desta instituição, Carlos Alberto Pais dos Santos, Director desta Escola há já 8 anos.

A tomada de posse teve lugar no decurso de uma reunião do Conselho Geral desta Escola, presidida pelo Professor João Santos, Presidente deste órgão. A sessão, aberta à comunidade educativa, contou com a presença de um público diversificado, alunos, professores, funcionários, Directores de Agrupamentos de Escolas do concelho, representantes de instituições do Município e o Vice-Presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro.
A sessão foi aberta pelo Presidente do Conselho Geral, que conduziu toda a cerimónia, tendo dado conta de todo o processo subjacente ao concurso / eleição do director, salientando a normalidade com que este decorreu. Durante a sua intervenção, destacou também alguns momentos marcantes dos 4 anos de trabalho desenvolvido ao longo do mandato cessante, pondo em evidência o trabalho colaborativo que sempre pautou as relações entre o Director e o Conselho Geral. 


 
De seguida, teve lugar a assinatura do auto de posse, após o que o Director, agora empossado, tomou a palavra, agradecendo a presença de todos, fazendo um balanço do mandato anterior e regozijando-se com o trabalho desenvolvido pela Escola em prol do sucesso dos alunos, sempre sob o lema da melhoria contínua. Terminou a sua prelecção com as palavras com que habitualmente termina todas as suas intervenções: “Fomos, somos e seremos Joaquim de Carvalho”.
 

segunda-feira, 26 de março de 2018


Clube de Jornalismo vai a Público
Ontem, dia 22 de março, os alunos do clube de Jornalismo da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho efetuaram uma visita de estudo ao Museu do Oriente e à redação do jornal Público. A acompanhá-los estiveram as professoras responsáveis pelo funcionamento do mesmo, há já vários anos, Anatilde Gomes, Heloísa Cordeiro e Marta Pena.
A visita guiada ao Museu do Oriente permitiu aos vinte e nove alunos, com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos, uma viagem pelo Império Português do Oriente, em que se destacaram as trocas comerciais e culturais bem como uma incursão pelas mitologias chinesa, japonesa, macaense e timorense.
À tarde, esperava-os uma aula de jornalismo ministrada por Isabel Anselmo, a nossa anfitriã no Público, assessorada por jornalistas ligados a áreas tão diferentes como a infografia e a multimédia. Os alunos tiveram a oportunidade de tomar contacto com a construção do jornal em papel e também na versão online. Assumiu particular destaque a utilização de vídeos, infografias e podcats, bem como o caráter interativo da versão online, na qual o leitor pode decidir o que deseja ver, quando e onde. 
Esta visita permitiu não só um enriquecimento cultural, mas deu a oportunidade aos alunos de contactarem diretamente com o mundo no trabalho, uma vez que foi possível entrar na redação do Público, colocar questões aos jornalistas e assistir in loco à construção do jornal.
Alunos e professoras puderam ainda contar com aquele sol que confere a Lisboa a luz que a torna única.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Joaquim de Carvalho no pódio Mega-Sprinter Distrital - 3º, 2º e 1º lugares em diferentes provas





Rafael Coelho 3º MegaSprinter

Guilherme Silva 3º MegaSprinter    

Henrique Sousa 2º  MegaKm        

No âmbito das atividades desportivas dinamizadas pelo Desporto Escolar, no passado dia 7 de março de 2018, a Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho esteve presente na 14ª edição do Mega-Sprinter Distrital, que decorreu no Estádio Cidade de Coimbra.
Dos 12 alunos participantes, destacaram-se os alunos Henrique Sousa (iniciados masculinos) no 2º lugar de MegaKm – Resistência; o Guilherme Silva (juvenis masculinos) no 2º lugar de MegaSalto (comprimento); e, no MegaSprinter, subiram ao pódio o Rafael Coelho (iniciados masculinos) em 3º lugar, o Guilherme Silva (juvenis masculinos) também em 3º lugar e o Gonçalo Gonçalves (juvenis masculinos) alcançou o 1º lugar, apurando-se, deste modo, para o nacional a realizar em Lisboa, nos dias 23 e 24 de março.
Todos os nossos alunos estão de parabéns pelo esforço demonstrado e pela forma como representaram e dignificaram a Escola.

Olimpíadas de Química Júnior




No dia 08 de março, decorreu na Biblioteca Escolar a 1.ª fase,  a nível de escola, das Olímpíadas da Química Júnior. Participaram quatro equipas, sendo cada uma delas constituída por três alunos. A equipa apurada, constituída por alunos do 9.ºE irá no dia 14 de abril de 2018 representar a Escola na segunda fase das Olimpíadas da Química Júnior, na Universidade de Coimbra.

Moita Flores vem à escola


Na passada semana, de 5 a 9 de março, viveu-se na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho a Semana da Leitura, projeto desenvolvido no âmbito do desafio lançado a todas as escolas do país, pelo Plano Nacional de Leitura, sob o mote “Liberta o leitor que há em ti”, com o objetivo de festejar a leitura como ato comunicativo, diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, espaço de encontro, criativo e colaborativo.
Deste modo, foram várias as iniciativas concentradas durante a semana nesta Escola, de que destacamos algumas. Com o título “5 dias, 5 poemas”, no bar da escola, em todos os principais intervalos, alunos cantaram ou fizeram leitura expressiva de poemas de autores nacionais, como António Gedeão, Mário Sá Carneiro, José Régio ou Lobo Antunes. Na quinta-feira, o escritor Moita Flores esteve no auditório Joaquim de Carvalho a falar para cerca de 200 alunos, de diferentes anos de escolaridade, sobre a importância da leitura e do livro no crescimento interior de cada indivíduo. Também o processo criativo e a sua experiência de escritor e policial foram abordados. Os 12 anos vividos enquanto agente da Polícia Judiciária proporcionaram-lhe inúmeras experiências e inspiração para as suas obras de ficção, sendo algumas delas adaptadas para televisão.
Nesta semana, o apelo à leitura foi feito de forma mais intensa, contudo, ler é uma constante da vida do dia a dia de uma escola, com o contributo de todas as áreas do saber.

quinta-feira, 1 de março de 2018








No passado dia 19 de fevereiro de 2018 decorreu, no IPDJ, delegação de Coimbra, a sessão distrital do programa Parlamento dos Jovens 2018, tendo estado presentes 38 deputados em representação das diversas escolas do distrito de Coimbra.
A nossa escola esteve representada pelas deputadas Ana Raquel Nossa (12º B), Juliana Cardoso (12º C) e o suplente Diogo Silva (12º G).
De registar o empenho e entrega que os nossos deputados demonstraram durante a sessão parlamentar distrital, cujo trabalho foi de um registo excecional, com intervenções pertinentes e sólidas. Apesar de não lhes ter sido possível manter as propostas de recomendação que levaram a debate, no segundo momento do dia, nos trabalhos parlamentares, foi notória a sua eficácia argumentativa ganhando algumas das recomendações a votação, no debate no seu grupo.
No final, apesar dos jovens deputados não terem obtido, por parte dos seus colegas, a responsabilidade de ir à Assembleia da República defender o projeto de recomendação do círculo de Coimbra, fica em registo todo o seu empenho, trabalho e esforço, neste evento, e está a Escola grata por ter alunos que tão bem prestigiam o nome da Escola Joaquim de Carvalho da Figueira da Foz.
                                                                                         Prof. Responsável F. Lopes