quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Workshop de Dança na Joaquim de Carvalho

No passado dia 12 de Outubro, teve lugar um workshop de dança orientado pela Professora Roysel Alfonso, fundadora da Academia com o mesmo nome, sediada na nossa cidade.
Este workshop teve como base a fusão entre diferentes estilos de dança dentro da área das danças latinas e danças urbanas, com músicas atuais, num ambiente divertido e descontraído. 
No próximo dia 30 de outubro, a Academia Roysel Alfonso  irá participar num dos maiores eventos de dança a nível mundial,  o “Dance Proms”, que terá lugar no Royal Albert Hall em Londres. Participarão, neste concurso, as   alunas  Ana Matilde Pinto, Beatriz Loureiro Ribeiro, Maria Inês Cunha Teixeira e Inês Pereira Marques.  É de salientar que é a primeira vez que uma escola de dança portuguesa participa neste evento. 
Dance Proms é patrocinado por bailarinos bem conhecidos como Darcey Bussell e Arlene Philips, entre outros, e visa encorajar todos os dançarinos participantes.




Bernardo Francisco, 8ºA
Mafalda  Mateus, 8ºB

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dia do Diploma 2015/2016

No passado dia 30 de setembro, pelas 18 horas, teve lugar no CAE da Figueira da Foz, a cerimónia de entrega de diplomas aos alunos que concluíram o ensino secundário. Foram também entregues os prémios de mérito aos alunos dos Quadros de Valor (alunos com média de 4,5 e os 4,9 no 3º ciclo e de 16 e 17,9 valores no secundário) e aos dos Quadros de Excelência (alunos com média de 5 no 3º ciclo e igual ou superior a 18 valores no secundário).
O discurso de abertura coube ao Presidente do Conselho Geral, Dr. João Santos, seguindo-se as intervenções do Diretor da Escola, Dr. Carlos Santos e do Vereador  Dr. Carlos Monteiro. Integraram ainda a mesa, o Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola, Dr. Rascão Marques e o representante da Associação de Estudantes, João Oliveira.
Os alunos foram chamados ao palco pela Vice-diretora da Escola, Dra. Isabel Martinho. No total, receberam o diploma de 12º ano cerca de 200 de  alunos. Já em relação aos prémios de mérito (valor e excelência) o número ascendeu a 182, um resultado que enche de orgulho toda a comunidade escolar. Foi ainda distinguida a melhor aluna do 12º ano: do ensino regular, Diana Santos, que terminou o curso de Ciências e Tecnologias com média de 20 valores, e do ensino profissional, Rui Simões, que concluiu o Curso Profissional de Técnico de Informática de Gestão com 17 valores.
A cerimónia contou com a participação de um elevado número de alunos, pais e professores. Mais uma vez, foram muitos os aplausos e calorosas as palavras de incentivo dirigidas aos nossos jovens.



















           

     
   





quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Joaquim de Carvalho coloca 92% dos alunos no ensino superior

78% na 1ª e 2ª opções
Dos 173 alunos da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho que se candidataram ao ensino superior, 160 (92%) foram colocados na 1ª fase de candidatura ao ensino superior, sendo que deste universo 54% entraram na 1ª opção e 24% na 2ª.
Os cursos que mereceram a preferência dos alunos foram Engenharia Eletrotécnica com 11 entradas, Enfermagem com 10, Medicina com 9, Engenharia Informática, Engenharia Informática e de Computadores e Gestão com 6, Ciências Farmacêuticas e Bioquímica com 5, Economia, Arquitetura e Engenharia Biomédica com 4, Direito, Farmácia e Ciências do Desporto com 3.
Quanto à preferência dada aos estabelecimentos de ensino superior, esta recaiu claramente sobre a Universidade de Coimbra, em especial a Faculdade de Ciências e Tecnologia com 24 alunos, seguida da Universidade de Lisboa - Instituto Superior Técnico com 14 e a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra com 10.

Mais uma vez, estes resultados são motivo de orgulho para a Joaquim de Carvalho e para o concelho, na medida em que constituem o corolário do trabalho, em primeiro lugar, dos alunos, desta Escola e também de muitas outras do concelho, que foram formando os alunos nos níveis de ensino precedentes.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Exposição “Animal sente…”

No âmbito da disciplina de Educação para a Cidadania, os alunos do 9ºB realizaram trabalhos sobre os direitos dos animais. Estes trabalhos estiveram expostos no hall da escola nas últimas semanas do ano letivo, integrando a exposição com o tema “Animal sente…”.

Foi, sem dúvida, uma chamada de atenção para todos sentirem que os nossos animais também sentem.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Joaquim de Carvalho no Canguru Matemático sem Fronteiras

Xiang Guo na 6ª posição do Canguru Matemático

O Departamento de Matemática da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho promoveu recentemente a realização do concurso Canguru Matemático sem Fronteiras.

A Associação Canguru sem Fronteiras é uma associação de caráter internacional que reúne personalidades do mundo da matemática. O seu objetivo é promover a divulgação da matemática elementar por todos os meios ao seu alcance e, em particular, pela organização anual do Concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, que tem lugar no mesmo dia em todos os países participantes. Pretende-se, deste modo, estimular e motivar o maior número possível de alunos para a matemática e é um complemento a outras atividades, tais como as olimpíadas.
Atualmente, a associação conta com representantes de 47 países e mais de 6 milhões de participantes em todo o mundo. 
Em Portugal, a organização deste concurso está a cargo do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra com o apoio da Sociedade Portuguesa de Matemática. Portugal participa neste concurso desde 2005 e o número de concorrentes chegou, este ano, aos 93344.

Neste ano letivo 61 alunos da nossa escola participaram neste concurso, tendo o aluno Xiang Guo, do 8º ano, alcançado, na categoria Benjamim, a 6ª posição na classificação nacional, num total de 14740 participantes da categoria. 

Parabéns Xiang!!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Joaquim de Carvalho nas Competições Matemáticas em Aveiro


Nos dias 10 e 11 de Maio, cinquenta e oito alunos, trinta do terceiro ciclo e vinte e oito do secundário deslocaram-se à Universidade de Aveiro a fim de participar nas provas Equamat e Mat12, inseridas nas Competições Nacionais de Ciência promovidas pela universidade.
No Equamat a escola alcançou o 12º lugar na classificação geral (participaram 115 escolas) e no MAT12 o 18º lugar (participaram 63 escolas).
A forma entusiástica como participaram nas provas, bem como os bons resultados alcançados, demonstram bem a importância de iniciativas como esta na promoção do gosto pela matemática e da ciência em geral.

EQUAMAT:
Participantes no EQUAMAT, 3º ciclo


                                                                               
  MAT12:
Alguns dos participantes no MAT12
                                 
                                                                                Clube de Matemática



quarta-feira, 1 de junho de 2016

Entrevista ao professor Valdemar Ramalho




O Sinal foi ouvir o professor Valdemar Ramalho,  em vésperas da sua  aposentação. Quis saber um pouco sobre a sua vida nos seus vários momentos: na adolescência, na idade adulta e , claro,  como professor.


Nome: Valdemar António D’Almeida Ramalho

Data de nascimento: 09/03/1950

Formação: Licenciado em Design e Sociologia

Número de anos de ensino: 32 anos de serviço

Pintor favorito: William Turner

Musico preferida: Gustave Mahler

Filme preferido: “Citizen Kane”

Banda Preferida: The Beatles

Prato preferido: Jaquizinhos fritos com arroz de tomate, perdiz estufada com foie gras, queijo da Serra


   Nasci na Figueira da Foz, em “Berço de Ouro”. Fiz os meus estudos iniciais no “Lyceu” da Figueira, e esvoacei com 18 anos para Lisboa, onde estudei design na Escola Superior DE Belas Artes e posteriormente Sociologia da Arte no Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa.

   Num tempo em que “Portugal era Lisboa e o resto apenas paisagem” ingressei nos quadros da Rádio Televisão Portuguesa como operador de cinema e depois como assistente de realização. Após a conclusão da Licenciatura em Design gráfico mergulhei de cabeça no mundo da publicidade e aí nadei, como fotógrafo de Moda e Diretor de Artes (actividade que interrompi em 1984 para ingressar no ensino).

   A minha adolescência foi vivida num permanente e discreto “colete de forças” numa sociedade conservadora e provinciana como era a Figueira da Foz dos “anos 60”.
À esquerda, Valdemar Ramalho
   O meu primeiro espaço de afirmação e libertação surgiu com a minha música. Aprendi solfejo, a escrever música, a tocar piano e viola. Depois comecei a compor, dei espectáculos, gravei discos, viajei, fiz amigos. Eu sei lá! – Fui sobretudo feliz.

   Quis no entanto o destino, que a morte de meu “Querido” Pai me tivesse obrigado a regressar à casa de partida, tendo acabado por ingressar no ensino, única opção válida e possível de emprego, para alguém com as minhas habilitações académicas.
   Numa Figueira que apenas tinha crescido do ponto de vista imobiliário, o filho pródigo desembarcava agora de malas e bagagens na ESJC, a fim de iniciar na sua vida uma nova etapa que durou trinta e dois anos.
   Aqui casei, vi nascer o meu filho, fiz novos amigos, escrevi livros, plantei árvores, vi-as
crescer e entreguei-me de corpo e alma ao nobre ato de ensinar.
   Durante esta “aventura”, vi sentarem-se à minha frente, nas carteiras e estiradores das minhas salas de aula, pais e filhos. Foi um percurso recheado de memórias que guardo no meu coração.
  
 Quando hoje em dia me perguntam se acho diferenças entre os alunos de ontem comparados com os de hoje, apenas posso dizer:
nesta última década, vi surgir nas minhas salas de aula, uma geração infeliz, demasiado formatada por uma total ausência de necessidade de afirmação, de comprometimento e solidariedade social e com uma preocupante falta de opinião e capacidade crítica.
Aceitam a verdade/realidade como lhes é mostrada pela Internet e pelas mensagens dos telemóveis.
Não questionam! Estão a tornar-se doentiamente amorfos. Não inventam! Não criam! Não intervêm! Estão presos numa realidade que só lhes deixa ver o seu próprio umbigo. Apenas manifestam a sua criatividade com recurso a frenéticos “likes” no “Facebook”.
Não procuram a mudança e é cada vez mais urgente e necessário não aceitar nada como garantido.
Inventem a vossa revolução. Abandonem por alguns momentos os sofás do comodismo e conquistem pela criatividade da acção um lugar na história.
Reinventem-se, com libertadores anseios, inquietações, vícios e virtudes. Descubram-se!
Em resumo, quando me perguntam o que acho de diferente, dos jovens de ontem comparados com os de hoje, eu constato que:

                                           Os jovens de hoje estão presos na “redoma do tempo”, 
                                           são como um relógio parado, 
                                           que não dá horas
                                            mas ainda não é tarde!
                                            Porque mesmo  um relógio parado,
                                            Está pelo menos certo duas vezes por dia.

                                         

                                                                                                           Bem hajam

Diogo Nogueira, 8ºD
Afonso  Pereira, 8ºD
Bernardo Francisco, 7ºA
Mafalda Mateus, 7ºB
Gabriela Santos, 7ºC