quarta-feira, 2 de março de 2016

Basquetebol – Desporto Escolar

Em cima da esquerda para a direita: José Pedro Carvalhal; André Fernandes;Gabriel Israel; André Rosa; Lucas Lemos; Francisco Bento;Pedro Grilo;
Em Baixo da esquerda para a direita: João Marques; Ricardo Cavaleiro; Tomás Silva; Gonçalo Empis;
Na passada quarta-feira, dia 24 de fevereiro, a equipa de basquetebol da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, participou na 2ª jornada do campeonato distrital de iniciados (masculinos) do Desporto Escolar, deslocando-se para o efeito à Escola EB nº2 de S. Silvestre, em Coimbra, acompanhada pelo professor responsável do grupo de equipa Nuno Mendes. 
No primeiro jogo, disputado com a equipa da Escola Básica nº2 de S. Silvestre, os alunos da Escola Dr. Joaquim de Carvalho conseguiram uma vitória bastante confortável. O segundo jogo, disputado com o Agrupamento de Escolas Figueira Mar, foi mais emotivo, tendo a Escola Dr. Joaquim de Carvalho vencido por três pontos. Os alunos da Escola manifestaram um excelente desempenho e um comportamento exemplar. 
A terceira jornada realizar-se-á na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, no dia 2 de março, com o início previsto para as 14:30 horas. 

Participaram, em representação da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, os alunos: João Marques, 7ºE; Pedro Grilo, 8ºA; Gabriel Israel, 8ºB; Tomás Silva, 8ºC; Francisco Bento, Gonçalo Empis e Lucas Lemos, 8ºD; André Fernandes, Francisco Maia, José Ramos e Ricardo Cavaleiro, 9ºB; André Rosa, 9ºC.

Entrevista a Catarina Coelho - Presidente da AE

Fomos entrevistar a atual presidente Associação de Estudantes, Catarina Coelho, aluna do 12º ano. Aqui fica o resultado da nossa conversa!
Sinal - Porque querias ser presidente da AE?
Catarina Coelho - Ser presidente da AE não foi algo que quis desde o início. Na verdade, nunca foi algo que tivesse desejado e em que tivesse pensado antes de “embarcar” nesta aventura.
Tudo começou quando eu e um grupo de amigos decidimos formar uma lista, com o intuito de lutar por uma Associação de Estudantes mais dinâmica, que interagisse mais com os alunos e que os fizesse sentir que a Escola, além de um local de aprendizagem, é também um espaço onde se podem realizar atividades muito interessantes e divertidas.
Quando tomámos esta iniciativa, não decidimos logo os cargos de cada um. Na verdade, optámos por esperar e ver quem melhor se destacaria para os cargos da direção. Entretanto, cada um de nós (entre 12 elementos) votou naquele que considerou mais apto a desenvolver os cargos de presidente e de vice-presidente, sendo que eu e o Miguel Duarte fomos os mais votados. Assim, assumimos esta responsabilidade e, juntamente com toda a equipa, trabalhámos muito para atingir o objetivo de alcançar a Associação de Estudantes. 
S - Em que se inspiraram para o nome da lista?
C.C. - Foi bastante complicado… Queríamos um nome com um significado bastante forte.
A palavra “Strike” tem diversos significados, entre os quais, o ato de derrubar todos os pinos, à primeira tentativa, num jogo de "bowling". Assim, quando nos lembrámos deste nome durante uma reunião, todos os presentes concordaram imediatamente com o mesmo, pois, para além de ser uma palavra com a qual todos estão familiarizados, também passa uma mensagem bastante especial: a ideia de que nós (que simbolizamos a bola) “derrubamos” todas as dificuldades (os pinos).
Assim, depois de uma votação entre todos os membros da lista, “Strike” foi o nome eleito.
S -Tiveram algum percalço durante a campanha? E após a mesma?
C.C. - Sim, tivemos… Apesar de toda a nossa equipa estar bastante bem organizada, foram surgindo alguns contratempos durante a campanha.
Um deles, que foi o que me deixou mais nervosa, ocorreu no terceiro e último dia de campanha. Os nossos convidados para essa data — a banda Grognation e o ator Afonso Maló —, residentes em Lisboa, atrasaram-se na viagem até à Figueira da Foz, devido ao mau tempo, chegando quase dez minutos depois do início do intervalo. O tempo de espera foi desesperante, pois sabíamos que estávamos a desperdiçar tempo crucial da nossa campanha. No entanto, conseguimos entreter os alunos com muita música e animação e, no final, sentimo-nos bastante orgulhosos, pois, apesar do contratempo, tudo resultou muito bem!
S - Pensam que tiveram uma boa adesão por parte dos alunos?
C.C. Sim, sem dúvida! Aliás, isso foi o que mais marcou o nosso percurso! Tanto antes, como após a campanha, foi notável todo o apoio que recebemos por parte dos alunos. A verdade é que, com o decorrer do tempo, formámos uma equipa bastante unida e empenhada.
S - Qual foi a sensação ao perceberem que a vossa lista tinha ganhado?
C.C. Foi muito gratificante. Sentimos que todo o esforço e trabalho árduo foram recompensados, pois, afinal, conseguimos alcançar tudo aquilo por que sempre lutámos — a AE. Além disso, foi um orgulho enorme perceber que, juntos, construíramos uma “família” e que tínhamos ultrapassado imensas adversidades, que jamais imaginaríamos conseguir superar.
S - Foi difícil arranjar patrocínios?
C.C. Bem… Não diria difícil, mas antes muito trabalhoso! De facto, tivemos imensas reuniões com possíveis patrocinadores de lojas e empresas. Apesar de termos ouvido muitos “não”, no geral tivemos um balanço bastante positivo.
S - Quais os planos, este ano, a desenvolver pela AE?
C.C. O nosso programa eleitoral inclui diversas atividades, desde ações de solidariedade até ao desporto e lazer dos alunos, sendo que a solidariedade foi e está a ser uma grande aposta por parte da AE.
Aqui deixo o nosso programa eleitoral, o qual já está parcialmente a ser cumprido:
Desporto: torneios de futsal, basquetebol e “jogo do mata”; dias fitness; caminhadas solidárias.
Lazer: torneio de LOL/CS; celebração de dias nacionais e internacionais; workshops de dança, maquilhagem, música, costura, fotografia e escultura; projeto “Música de Bar”.
Artes e eventos: festa de final do ano letivo; desfile de moda; palestras com especialistas convidados; transmissão de mensagens de caráter social, através da arte; sessões de cinema.
Comunicação: criação de um site oficial da AE e plataforma online com recursos pedagógicos; rádio da Escola com dias temáticos e “discos pedidos”; criação de uma “caixa de sugestões” para crescimento e melhoria da Escola; criação de rubricas para divulgação de eventos; divulgação e apoio da AE face a concursos/programas que abranjam toda a comunidade escolar.
Solidariedade: criação de dias solidários; realização de rastreios; palestras sobre voluntariado; participação em ações de voluntariado em instituições da nossa cidade; atividades com alunos com necessidades educativas especiais e multideficiências.
S - O que podemos esperar da AE?
C.C. A AE está totalmente disponível para todos, sendo que toda a comunidade escolar pode contar com o nosso apoio incondicional! Além disso, a animação e boa disposição estão sempre presentes, de forma a tornar a Escola menos monótona e mais alegre! 
S - Como és do 12.º ano, não consideras que seria mais benéfico que o presidente fosse de outro ano?

C.C. Ser do 12.º ano, na minha opinião, é uma grande vantagem, pois, nesse ano, o nosso horário escolar é favorecido em relação aos anteriores e, desse modo, permite-nos estar mais disponíveis. Além disso, ao longo dos anos, a experiência também aumenta, o que nos leva a ter uma perspetiva e um modo de abordar os restantes alunos mais maturada e diferente, seguramente para melhor! 
Mafalda Mateus, 7ºB
Maria Pereira, 7ºD
Diogo Nogueira, 8ºD

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Turmas em competição no Futsal

Já arrancou, na nossa escola, o torneio de futsal  organizado pela AE.
Desde a passada quinta-feira têm decorrido vários jogos no respetivo campo e no pavilhão. O torneio é composto por duas ligas, a do 3º Ciclo que integra 7 equipas e a do Secundário com 4.
A todos os participantes, os nossos votos de  bons resultados.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        

Alunos do 11ºano em visita ao Porto

No passado dia 15 de fevereiro, realizou-se uma visita de estudo ao Porto, organizada pelo departamento de Línguas Clássicas e Românicas, que envolveu 192 alunos do 11ºano, acompanhados por 8 professores.
Na Cadeia da Relação, foi-lhes mostrada a cela onde esteve preso Camilo Castelo Branco, por crime de adultério, devido ao seu envolvimento amoroso  com Ana Plácido, tendo sido aí que escreveu a obra  Amor de Perdição,  em apenas 15 dias,inspirando-se na sua própria vida.
Durante um percurso pedestre, os alunos puderam, ainda,  observar o exterior da Torre dos Clérigos (um monumento barroco) bem como a estátua de D. Pedro IV.
Por fim, assistiram à peça Frei Luís de Sousa , a conhecida obra de Almeida Garrett, no Teatro Sá da Bandeira.





Raquel Almeida nº2, 8ºC
Catarina Silva nº7, 8ºC

Cátia de Magalhães nº8, 8ºC

Dance World Cup Portugal 2016

Academia Roysel Alfonso


Decorreu, nos passados dias 6,7,8 e 9 de fevereiro, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, o Dance World Cup Portugal 2016, competição na qual passaram pelo palco cerca de 1000 bailarinos de todo o país com o objetivo de selecionar quem irá representar o nosso país no mundial, que se realizará em Jersey (Inglaterra) no mês de julho. 
O Dance World Cup tem como objetivo, não só o espírito de competição, mas também a partilha de experiências e conhecimentos neste vasto mundo cheio de estilos que é o mundo da Dança. 

Várias alunas da nossa escola, envolvidas nesta área, puderam participar e ficaram apuradas para o mundial. Da Academia Roysel Alfonso, Matilde Pinto do 7ºA obteve, em conjunto com o seu grupo, a segunda melhor pontuação (72,67) na categoria Infantil Jazz and Show Dance. Também da mesma academia, as alunas Maria Inês Teixeira (8ºC), Eva Almeida (9ºC), Beatriz Oliveira(9ºD), Ana Rita Silva(12ºB), Inês Gomes (12ºB) e Lícia Santos (12ºG) obtiveram a segunda melhor classificação (75,33) na categoria Junior Jazz and Show Dance. Já, pela Figueira Stage School, as alunas Joana Seco (9ºB), Marta Santos (9ºC), Matilde Sarmento (10º) e Catarina Oliveira (12º) participaram nas categorias Junior Hip Hop onde tiveram a segunda melhor pontuação (72,50) e Senior Moderno e Contemporâneo obtendo a oitava melhor pontuação (66,0).
É com imenso orgulho que felicitamos estas nossas alunas e desejamos a maior sorte para a próxima fase. 
            
Ana Rita Silva, 12ºB
Inês Gomes, 12ºB


Figueira Stage School

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

"O Tesouro"- Eça de Queirós

           


           O conto "O Tesouro" de Eça de Queirós está a ser estudado pelos alunos do 8º ano na disciplina de Português no âmbito do estudo do texto narrativo. Enquanto alunos do 8º ano, fazemos aqui um breve resumo  desta obra centenária.
Este conto mostra como a ganância pode acabar mal. E que o digam Rui, Guanes e Rostabal, três irmãos do paço de Medranhos, nas Astúrias, que, por causa da pobreza (pernoitavam no estábulo para aproveitar o calor das éguas), se tornaram muito gananciosos. Ficou bem evidente esta ganância no momento em que, enquanto passeavam na floresta de Roquelanes, encontraram um cofre com três fechaduras, com as respetivas chaves que davam acesso a uma grande quantidade de moedas de ouro. Decidiram os três que Guanes, por ser o mais leve, deveria pegar numa parte do ouro e ir à povoação de Retortilho comprar alforges, vinho e comida para eles e para as éguas, a fim de aguentarem a caminhada de volta. Enquanto Guanes estava fora, Rui tenta convencer, com sucesso, Rostabal a acreditar que Guanes não era merecedor do ouro daquele cofre. Assim que Guanes vem de regresso, Rostabal, saído dos arbustos, ataca o inofensivo Guanes, matando-o. Depois do sucedido, ambos festejam a morte do irmão até que Rostabal vai à fonte cantante do rio lavar-se. Pelas costas é atacado por Rui. Agora o tesouro tem apenas um dono! A felicidade de Rui é interrompida por uma súbita sensação de fome. Por isso, foi buscar a comida e o vinho, que Guanes tinha trazido de Retortilho. Contudo, o que Rui não sabia era que o vinho tinha sido envenenado por Guanes, que tencionava dar o vinho a Rui e a Rostabal, tornando-se assim o único dono do tesouro. 
"Dois corvos, de entre o bando que grasnava além nos silvados, já tinham pousado sobre o corpo de Guanes. A fonte, cantando. lavava o outro morto. Meio enterrado na erva negra, toda a face de Rui se tornara negra."
  Segundo a lenda, o tesouro ainda lá está, na mata de Roquelanes.

Tiago Gomes, nº 25, 8º C
André Amaro, nº 3, 8º C


DIA DOS NAMORADOS

            
O dia dos namorados foi intensamente vivido pelos alunos, na passada segunda-feira durante os intervalos.
A Associação de Estudantes preparou algumas recordações para este dia especial e a diversão foi garantida!! Realizaram-se, entre outras atividades, vários “ casamentos” (hetero e homossexuais) bem como um mini concerto.

Pessoalmente,  gostei bastante da forma como esta época festiva foi comemorada na nossa escola!

                                                                                                                                                                      Carolina Biscaia, 7ºD
O momento da união
Pedro Martins

Um padre bem divertido!!