quarta-feira, 12 de novembro de 2014

1ª Eliminatória das Olímpiadas de Matemática

Realizou-se, hoje, a primeira eliminatória das XXXIII Olímpíadas de Matemática, que consistem na realização de uma prova com problemas matemáticos, a nível nacional, organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM).
Esta eliminatória teve início às 15:30 horas e teve a duração de duas horas, embora os participantes pudessem sair ao fim de 45 minutos. Na escola Joaquim de Carvalho participaram 31 alunos dos diferentes anos de escolaridade.
Só os melhores em cada categoria, desde que atinjam o mínimo estabelecido pela SPM, serão selecionados para a segunda eliminatória, a realizar no dia 14 de janeiro de 2015.
Aguardamos os resultados.

Paulo Amorim, 7ºA
Tiago Gomes, 7ºC
Duarte Silva, 9ºB
João Lima, 10ºA
Rita Almeida,10ºF

















As gaivotas

 A tarde cai sobre o edifício escolar, ermo, agora. Os seus inquilinos  temporários saíram há pouco, mal a campaínha soou, na urgência do regresso a casa. Nos corredores ouve-se o silêncio dos espaços solitários.
Cá fora, só as gaivotas fazem questão de permanecer, altivas, emproadas e alheias a quem passa.  Talvez pressintam tempestade lá longe, no mar, ou talvez apenas queiram mostrar que esta é a sua morada, o seu espaço, que são donas deste jardim e do tempo que escorre do alto.














Fotografia: Júlia Seiça
Texto: Heloísa Cordeiro

Visita de D. Virgílio Antunes à nossa escola






No âmbito da Visita Pastoral  ao Concelho da Figueira da Foz, deslocou-se à nossa escola, no dia 7 de novembro, D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra.
A visita teve lugar por volta das 16 horas, tendo o Sr. Bispo sido recebido pelo Sr. Diretor, Dr. Carlos Santos, e pelos restantes elementos da direção. D. Virgílio Antunes percorreu  os diferentes espaços da escola, entrou em algumas salas de aula, conversou com alunos, professores e funcionários e ficou a conhecer alguns dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos.
No final da visita, D. Virgílio Antunes manifestou uma enorme satisfação e afirmou que, numa escola destas, só não aprendia quem não queria.








 

Joana Silva 9ºC

Catarina Pena 9ºC

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Por onde andam os nossos antigos alunos...

Dando seguimento à rubrica que iniciámos, na passada semana,  aqui fica a nossa conversa com Pedro André Pessoa, aluno do Curso de Medicina em Coimbra.



Como foi a integração?
Inicialmente, sentimo-nos um pouco perdidos e sozinhos, mas a integração é bastante facilitada pelos alunos mais velhos. Logo no primeiro dia de matrículas, conhecemos novas pessoas, tanto  caloiros como doutores do nosso curso, ou não, e as pessoas abordam-nos
ao verem que somos caloiros. Em relação à integração na cidade, para quem não está habituado aos transportes públicos e a andar a pé, pode ser mais complicado, mas a adaptação é rápida. Passam  autocarros com frequência e, em último recurso, os táxis também são fáceis de encontrar. Relativamente à habitação, convém ficar perto do local onde irão decorrer as aulas, mas caso contrário a rede de transportes, como referi, é bastante útil. Outro aspeto importante são os colegas de quarto, se já se conhecerem ainda melhor, facilita nos primeiros tempos, como aconteceu comigo. Caso sejam desconhecidos,  aconselho-vos a ficarem com alguém do mesmo curso.
Como são as aulas? Qual a diferença entre as aulas do secundário e aulas da universidade? 
As aulas são totalmente diferentes das do secundário. Relativamente ao meu curso, temos aulas teóricas e práticas. As teóricas são de manhã e em grandes auditórios com todos os alunos. Os professores dão as aulas a um ritmo muito mais acelerado do que no secundário e não temos tempo para captar tudo o que é dito. Nalgumas aulas nem apontamentos se consegue tirar, limitamo-nos a ouvir. As aulas práticas já são em turmas, com menos gente e, à tarde, estas já são mais equiparadas às do secundário.
Foram praxados? Qual a vossa opinião acerca das praxes?  
Fui praxado e sou a favor. Não é preciso ter medo das praxes. No meu caso, não me fizeram nada de mal, apenas algumas brincadeiras. Contudo, há pessoas que não se sentem confortáveis com isso e não gostam muito de ir. As praxes não são obrigatórias, se quisermos  ir, vamos, mas se não quisermos, não temos de o fazer. Insistam um bocado porque, inicialmente, a integração é feita basicamente nas praxes e, se não formos, perdemos um pouco a parte social. É importante conhecermos os nossos colegas e doutores e para isso as praxes são a via mais eficaz. Além das praxes, que vão sendo marcadas ao longo das primeiras semanas, há também vários convívios que são importantes na integração.
Desejo-vos um bom trabalho !



Joana Silva 9ºC 

Catarina Pena 9ºC

Olhar a nossa Biblioteca


Comemorou-se, em outubro, o mês internacional das bibliotecas escolares.
No âmbito desta comemoração, o Sinal foi entrevistar a professora bibliotecária da nossa escola, Dra. Júlia Seiça, e a assistente operacional que com ela trabalha mais diretamente, Anabela Ângelo.


Entrevista à professora bibliotecária, Dra. Júlia Seiça

Gosta do que faz?
Gosto muito!
Há quanto tempo é professora bibliotecária?
Estou na biblioteca escolar desde o ano letivo 2001/2002.
O que a motiva a trabalhar na nossa biblioteca?
Os desafios que vão surgindo em cada ano letivo, as diferentes atividades realizadas com os diferentes departamentos e, principalmente, poder trabalhar com os alunos que usufruem dos recursos da biblioteca.
É necessário algum tipo de formação para desempenhar este cargo?
É necessário ter formação ao nível das bibliotecas escolares e das tecnologias da informação e comunicação.
Qual a sua relação com os livros?
Sempre gostei muito de ler e, antes de saber ler, queria que me lessem tudo, sobretudo a minha avó materna.
Qual a função da biblioteca escolar nos dias de hoje?
A grande função da biblioteca é a promoção da aprendizagem, fornecendo aos seus utilizadores recursos e serviços que possibilitem trabalho individual e em grupo e a promoção da aprendizagem ao longo da vida.
De que forma comemorou a biblioteca este mês?
O mês de outubro é o mês internacional da biblioteca escolar e foi comemorado com visitas guiadas à biblioteca e formação de  utilizadores para os alunos dos 7º e 10º anos de escolaridade.
Outras atividades são a comemoração dos 800 anos da Língua Portuguesa, com uma exposição que tem estado patente e a participação na rota das bibliotecas.
Que mensagem gostaria de deixar aos leitores do Sinal?
Utlizem a biblioteca escolar e usufruam dos seus recursos porque este espaço é vosso!



Artur Cardoso,  7ºC
Ruben Fidalgo, 7ºC
Tiago Gomes, 7ºC



Entrevista à assistente operacional, Anabela Ângelo

Há quanto tempo trabalha na biblioteca da escola?
Trabalho cá há quinze anos.
Gosta de trabalhar neste espaço? Porquê?
Gosto muito de trabalhar cá, porque eu gosto muito de livros.
Que tipo de apoio presta aos alunos ao longo do dia?
Estou no balcão da receção e  dou  apoio na pesquisa dos materiais. Tento apoiar em tudo o que me pedem.
Tendo em conta que outubro foi o mês das bibliotecas escolares, o que houve de diferente na nossa BE? 
Ao longo do mês de outubro, esteve um  placar na entrada a lembrar a comemoração o mês das bibliotecas. Entre outras atividades, gostaria de destacar uma visita de crianças de uma escola do primeiro ciclo.
Considera que os alunos aproveitam bem este espaço tão agradável?
Sim. Existem muitos alunos que frequentam a biblioteca e que aproveitam bem o espaço.
Quer deixar uma mensagem aos leitores do Sinal?
Que aproveitem tudo o que está disponível na biblioteca e que leiam mais porque ler é importante e é bom.

Artur Cardoso, 7ºC
Ruben Fidalgo, 7ºC
Tiago Gomes, 7ºC
Daniela Costa,  7ºA
Guilherme Marques, 9ºC
Afonso Pereira, 7ºD


Aqui ficam imagens de algumas atividades desenvolvidas durante o mês de outubro:


Formação de utilizadores para os alunos do 7º e 10º anos






Rota das bibliotecas: comemoração do dia internacional da biblioteca escolar, 27 de outubro, com a dinamização de atividades que envolveram  os alunos do 1º ciclo, do Centro Escolar de Vila Verde pertencente ao Agrupamento de Escolas Figueira-mar.


 









Rota das bibliotecas: visita à Biblioteca Joanina com os alunos do 10º ano, turmas C e D.




  



 






Alexandre Hing, 7ºD
Diogo Nogueira, 7ºD

A.E assombrada

No dia 31 de outubro, a A.E. transformou-se numa casa assombrada. 
Houve muitos gritos durante  todo dia. Para conseguir os sustos de Halloween, a A.E recorreu à ajuda de alguns alunos com disfarces entre os quais um palhaço, uns fantasmas e uma bruxa.
Esta experiência trouxe emoções fortes, como seria de prever!









                                                                                                                                                            Afonso Pereira, 7ºD
Alexandre Hing, 7ºD
Diogo Nogueira, 7º D

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Por onde andam os nossos antigos alunos...

 Iniciamos, hoje, uma série de pequenas entrevistas aos antigos alunos do 12ºano, agora caloiros na universidade.
A primeira entrevistada é a Glória de Sá Pereira, ex-presidente da Associacão de Estudantes, aluna do Curso de Engenharia Física Tecnológica no Instituto Superior Técnico.

Como foi a integração?

Com os colegas foi fácil. Como não conhecia ninguém, tive mesmo necessidade de fazer novas amizades e não era a única "à procura" de amigos.
Com a cidade, já foi menos pacífica... Não estava habituada a estar a mais de 10 minutos a pé da "escola"; ter de andar uma hora de transportes públicos todos os dias, custou.


Como são as aulas? Qual a diferença entre as aulas do secundário e as da universidade?
As aulas teóricas são em auditórios com cerca de 200 pessoas, inclusive de outros cursos. Só aí, já há uma diferença gigantesca com o secundário, mas talvez o que me tenha custado mais foi não perceber as coisas à primeira e o professor não esperar até que eu percebesse. Com isto acabei por, nas primeiras semanas, achar que era a única que não percebia e que tinha vindo para o curso errado, quando na verdade estávamos todos no mesmo.
Nas aulas práticas, são já turmas menores (no meu curso de 30 pessoas) e aí sim, o professor já tem outro cuidado, mas mesmo assim continua muito, muito distante daquilo a que estava habituada no secundário.
O que ainda me faz confusão, passados quase dois meses, é que os professores não sabem o meu nome, nem sequer os das práticas: sou apenas uma série de números aleatórios.


Foram praxados? Qual a tua opinião acerca das praxes?

Fui praxada, sim, e adorei. No meu curso posso dizer que não é uma praxe "a sério". Esta serve mais como uma forma de conhecermos os nossos colegas de outros anos para, depois, quando precisarmos de alguma coisa ou tivermos alguma dúvida, não termos vergonha de pedir ou perguntar.

Mensagem para o Sinal:

Agora um aparte para vocês, jornalistas do Sinal: aproveitem o liceu, não tenham pressa de cá chegar! Os professores aí lutam sempre por vocês, nunca se esqueçam disso. Desejo-vos a melhor sorte!


 Ana Cláudia, 10ºA
Rita Almeida, 10ºF