Ana Adão campeã europeia de bodyboard
Ana Teresa Lontro 8ºA
Guilherme Santos 8ºA
Mariana Ramos 8ºA
Marta Azevedo 9ºB
No passado dia 29 de Abril, no auditório da biblioteca do Museu Municipal, os alunos do 8ºB e C tiveram o prazer de ter um encontro com a escritora Ana Saldanha, autora do livro Uma questão de cor , estudado nas aulas de Português.
A escritora começou por ler excertos das suas obras, explicando no que se inspirou para as escrever e, de seguida, respondeu algumas questões postas pelos alunos.
Por fim, autografou alguns livros dos alunos, proporcionando-nos um bom momento, com várias risadas.
Adriana Pascoal 8ºB
Carolina Mateus 8ºB
Duarte Cantante 8ºB
Inês Filipe 8ºB
Marcelo Tribuna 8ºB


No dia 30 de Março de 2010, tive conhecimento de uma exposição sobre Bengalas, aberto ao público no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz.
Aqui, apresento um breve comentário, expressando a minha opinião e alguns (os principais) conhecimentos por mim adquiridos durante a visita.
A exposição, de nome “Viver de Pé”, apresenta uma vasta colecção de Bengalas, pertencente em tempos, ao Conde de Vinhó e Almedina (um grande coleccionador Figueirense), e mais tarde, doadas ao Museu.
As bengalas expostas são, na sua maioria, oriundas do século XX e eram usadas especialmente em serviços militares ou pela própria realeza (por exemplo, em Angola, na África Ocidental).
Podem passar por acessórios de moda, sinais de beleza e educação, mas também como um símbolo de posse/poder, instrumento de conquista e de comunicação.
No processamento de fabricação de uma bengala, começa-se por se retirar ripas de 1,20m de uma prancha de madeira; coloca-se a extremidade da ripa numa panela de água a ferver, para ser dobrada e moldada; depois dos moldes retirados, a ripa está já pronta a ser trabalhada, por artesãos especialistas na matéria.
As bengalas são quase todas constituídas pelo corpo em madeira (ou cana) e a ponteira em ferro, latão, arame, chifre ou aço. Antigamente, eram decoradas com alguns motivos étnicos (através de tecidos ou missangas) ou simplesmente com alguns desenhos e diversos formatos; por vezes, eram também aplicados materiais ricos, como o ouro, o marfim, ou a prata.
Achei esta exposição muito bem organizada e acessível a qualquer classe etária. Iniciativas como esta são óptimas, na medida em que se expõem consideráveis colecções desconhecidas do público em geral.
Marta Azevedo
30/Março/2010